quarta-feira, 21 de julho de 2010

Classic Teams do PES 2010!!!

Se você como eu morre de raiva dos nomes "ajaponesados" dos times clássicos aqui vai uma ajuda a lista dos nomes reais com o respectivo número do jogador. De brinde o nome real dos estádios. Ah, tudo para PS2.

CLASSIC ENGLAND

1 David SEAMAN
5 Tony ADAMS
6 Gareth SOUTHGATE
18 Martin KEOWN
2 Stuart PEARCE
4 Paul INCE
23 Dennis WISE
11 Steve MCMANAMAN
8 Paul GASCOIGNE
21 Ian WRIGHT
9 Alan SHEARER
13 Nigel MARTYN
3 Graeme LE SAUX
17 Jaime REDKNAPP
7 Darren ANDERTON
16 Glenn HODDLE
12 David PLATT
15 Paul MERSON
10 Teddy SHERINGHAM
14 John BARNES
22 Chris WADDLE
19 Les FERDINAND
20 Andy COLE

CLASSIC FRANCE

16 Fabien BARTHEZ
8 Marcel DESAILLY
5 Laurent BLANC
15 Lilian THURAM
3 Bixente LIZARAZU
7 Didier DESCHAMPS
19 Christian KAREMBEU
17 Emmanuel PETIT
10 Zinedine ZIDANE
6 Youri DJORKAEFF
9 Stéphane GUIVARC’H
1 Bernard LAMA
18 Frank LEBOEUF
2 Jocelyn ANGLOMA
4 Manuel AMOROS
14 Alain BOGHOSSIAN
11 Vincent CANDELA
12 Vincent GUÉRIN
13 David GINOLA
20 Johan MICOUD
21 Christophe DUGARRY
22 Jean-Pierre PAPIN
23 Eric CANTONA

CLASSIC GERMANY
 
12 Oliver KAHN
4 Jürgen KOHLER
8 Lothar MATTHÄUS
2 Jens NOWOTNY
5 Matthias SAMMER
13 Jens JEREMIES
19 Stefan REUTER
15 Christian ZIEGE
23 Sebastian DEISLER
7 Andreas MÖLLER
9 Oliver BIERHOFF
1 Andreas KÖPKE
22 Bodo ILLGNER
14 Guido BUCHWALD
17 Thomas LINKE
16 Thomas HELMER
3 Jörg HEINRICH
6 Andreas BREHME
20 Bernd SCHNEIDER
10 Thomas HÄßLER
11 Pierre LITTBARSKI
18 Jürgen KLINSMANN
21 Rudi VÖLLER

CLASSIC ITALY

1 Gianluca PAGLIUCA
6 Franco BARESI
4 Alessandro COSTACURTA
9 Mauro TASSOTTI
3 Paolo MALDINI
13 Dino BAGGIO
11 Demetrio ALBERTINI
14 Nicola BERTI
16 Roberto DONADONI
10 Roberto BAGGIO
18 Gianluca VIALLI
12 Angelo PERUZZI
8 Luigi DI BIAGIO
2 Giusepp BERGOMI
5 Ciro FERRARA
23 Antonio BENARRIVO
7 Angelo DI LIVIO
15 Roberto DI MATTEO
20 Roberto MANCINI
21 Gianfranco ZOLA
17 Vincenzo MONTELLA
19 Daniele MASSARO
22 Pierluigi CASIRAGHI

CLASSIC NETHERLANDS

1 Ed DE GOEIJ
21 Jaap STAM
2 Frank DE BOER
18 Michael REIZIGER
12 Phillip COCU
20 Aron WINTER
6 Edgar DAVIDS
10 Dennis BERGKAMP
7 Ronald DE BOER
17 Marc OVERMARS
19 Patrick KLUIVERT
13 Hans VAN BREUKELEN
4 Ronald KOEMAN
15 Danny BLIND
16 Arthur NUMAN
5 Richard WITSCHGE
8 Wim JONK
3 Frank RIJKAARD
9 Ruud GULLIT
11 Marco VAN BASTEN
14 Peter VAN VOSSEN
22 Jimmy Floyd HASSELBAINK
23 Pierre VAN HOOIJDONK

CLASSIC ARGENTINA

1 Carlos ROA
6 Oscar RUGGERI
4 Roberto SENSINI
3 José CHAMOT
15 Matías ALMEYDA
14 Diego SIMEONE
5 Fernando REDONDO
20 Gustavo LÓPEZ
7 Claudio CANIGGIA
19 Abel BALBO
9 Gabriel BATISTUTA
12 Germán BURGOS
21 Roberto BONANO
23 Nelson VIVAS
13 Mauricio POCHETTINO
16 José Luis CUCIUFFO
2 Sergio BATISTA
22 Diego CAGNA
8 Jorge BURRUCHAGA
17 Héctor ENRIQUE
10 Diego MARADONA
11 Jorge VALDANO
18 Ramón DÍAZ

CLASSIC BRAZIL

1 TAFFAREL
4 JÚLIO CÉSAR
3 RICARDO ROCHA
2 JORGINHO
16 LEONARDO Araújo
5 MAURO SILVA
8 DUNGA
10 RAÍ
9 ZINHO
7 BEBETO
11 ROMÁRIO
23 Émerson LEÃO
20 ALDAIR
6 ANTÔNIO CARLOS
22 CAFU
15 FLAVIO CONCEIÇAO
14 CÉSAR SAMPAIO
13 DJALMINHA
21 EDMUNDO
18 VIOLA
17 CARECA
19 MÜLLER
12 ÉLBER Giovane

Estádios

1     Cuito Cuanavale     Vodacom Park
2     Blautraum Stadion     Schüco Arena
3     Amerigo Atlantis     Estadio Nacional de Chile
4     Estadio Gran Chaco     La Bombonera
5     Nakhon Ratchasima     Busan Asiad Stadium
6     Club House     Fictional

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Grande Prêmio Legendado (de melhores e piores da temporada)!!!

O Legendado está promovendo o prêmio dos melhores e piores da temporada 2009/2010. Para quem quiser votar é só entrar em http://bit.ly/aMMbMt. Seguem meus votos:

- Melhor temporada: House.
- Pior temporada: Lost.
- Melhor final de temporada: 24 horas.
- Pior final de temporada: Lost.
- Melhor série nova: The Good Wife.
- Pior série nova: Glee.
- Maior decepção: Lost.
- Cancelamento/término de série mais injusto: Law & Order.
- Que série não foi cancelada mais deveria ter sido: Smallville.

domingo, 18 de julho de 2010

Frase da Semana

"Procure ser um homem de valor em vez de ser um homem de sucesso".
   
(Albert Einstein)

sábado, 17 de julho de 2010

Seleção da Copa

Eu sei que já vai fazer uma semana do final da Copa, mas aqui vai minha seleção:

1- Casillas (Goleiro - Espanha)
2- Lahm (Lateral Direito - Alemanha)
3- Pique (Zagueiro - Espanha)
4- Lugano (Zagueiro - Uruguai)
6- Van Bronckhorst (Lateral Esquerdo - Holanda)
5 - Schweinsteiger (Meia - Alemanha)
7 - Sneijder (Meia - Holanda)
8 - Xavi (Meia - Espanha)
11 - Muller (Meia - Alemanha)
10 - Forlan (Atacante - Uruguai)
9 - Villa (Atacante - Espanha)

Em tempo, o título foi justo mais injusto. Justo por ter ficado com a melhor seleção da Copa, mas injusto por esta seleção não ter apresentado um futebol de campeã mundial.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

As Cruzadas, a Jihad e Certos Professores...

"No email que me endereçou, a jovem estudante mostrava-se indignada com a Igreja por causa das Cruzadas. Fiquei pensando se respondia ou não. Afinal, de que adianta gastar meu latim com esse tipo de bobagem? Que poder teriam algumas palavras minhas contra a ação de um professor mal intencionado, o ano inteiro, dentro da sala de aula? Decidi por uma estratégia mais longa e retornei uma pergunta bem curta: "Teu professor, ao falar sobre as Cruzadas, mencionou alguma vez a palavra Jihad ou o expansionismo islâmico?" Ela me respondeu que nunca ouvira falar disso e se mostrou surpresa por eu saber que ela fora introduzida ao tema das Cruzadas por um professor. A menina deve ter me considerado um gênio...

Tem-se aí excelente exemplo de algo que já foi objeto de outros textos meus: a malícia de tantos professores que se valem da cadeira de História para seus fins ideológicos, usando o ataque insidioso à religião como meio para agir. Afastam os jovens da Igreja e da palavra de Deus e os introduzem, com gravíssimo prejuízo, nos ritos e devoções do materialismo, do marxismo e do relativismo. Daí para o hedonismo é um passo de dedo. Desmancham com os pés da mentira e da mistificação o que os pais tenham ensinado em casa. Espinafram a Igreja por causa das Cruzadas do século 12, mas jamais mencionam os cem milhões de mortos pelo comunismo no século passado. Decorrerão algumas décadas até que esses jovens, já maduros, percebam, na experiência da vida, o engodo a que foram conduzidos pelos falsos mestres. Quem não tem relatos semelhantes?

A primeira Cruzada iniciou no ano de 1096 e a nona terminou em 1272. A palavra refere, portanto, uma série de episódios que se encerraram há 738 anos, envolvendo a retomada de Jerusalém. Veja agora, leitor, se é possível falar honestamente sobre as Cruzadas sem mencionar a Jihad. Jerusalém, no início do século 7, integrava o Império Romano do Oriente, sob o domínio de Bizâncio. Era uma cidade cristã, portanto, até ser conquistada pelos sassânidas (persas) e, em seguida, pelos seguidores de Maomé. Este personagem surgira na cena histórica alguns anos antes, havia estabelecido as bases religiosas do Islã e dera início à Jihad e à Guerra Santa. Em apenas oito anos, formara um Estado árabe sob seu comando. Em 622, conquistara Iatrib (Medina), passando na espada os judeus da cidade. Em 630 retomara Meca, de onde fora expulso por suas ideias monoteístas. E morrera em 632. Seis anos mais tarde, seu sucessor Omar entrava em Jerusalém. Um século mais tarde, o Islã já estendia seus domínios sobre a Pérsia, a Palestina, boa parte do Império Bizantino, o norte da África, a Península Ibérica e atacava a Europa por vários flancos. É possível mencionar as Cruzadas, com seus episódios grotescos, e nada contar sobre isso?

Mas as coisas não pararam aí. Quando o Papa Urbano II, no concílio de Clermont-Ferrand (1095) convocou a Primeira Cruzada, Jerusalém havia sido tomada pelos otomanos, que instalaram um regime de intolerância à presença dos cristãos, até então respeitada nos termos ajustados com Bizâncio durante a conquista da cidade em 636. Clermont-Ferrand fica próxima ao centro geográfico da França. Pois enquanto ali se realizava o concílio, ainda fumegavam, no centro da atual Espanha, os destroços deixados pela guerra que retomara a região de Toledo para os cristãos e para o reino de Castela. Os muçulmanos estavam ali havia três séculos e levariam outros 400 anos para abandonar toda a península. Mas disso, nas aulas de história, fala-se pouco, muito pouco, quase nada. E quando se menciona a Tomada de Constantinopla, em 1453, o assunto é tratado como fato isolado, perfeitamente normal, e não como um ato de suprema violência e ganância imperial, geradora de um massacre que durou três dias e três noites, que coroou investidas iniciadas 800 anos antes e que encerrou mil anos de esplendor cristão naquela que foi a mais impressionante cidade de seu tempo! E nada, absolutamente nada se diz sobre o fato de que esse expansionismo, ainda insatisfeito, prosseguiu na direção oeste, sob o mesmo impulso, até a derrota final dos otomanos, diante dos muros de Viena, na batalha de 1683. Mas insistentes, violentas, conquistadoras e descabidas foram as Cruzadas...

Agora me responda o leitor: a derrota do grão-vizir Kara Mustafa Pasha em Viena decretou o fim das guerras santas? Encerravam-se, ali, as campanhas militares empreendidas pelos muitos impérios, dinastias, governos e províncias muçulmanas, ao longo desses mil anos iniciados com a Hégira e a tomada de Iatrib? Não, claro que não! O que são Al Qaeda, Hamas, Hizbolah, Fraternidade Islâmica e o amigo de Lula, Ahmadinejad, se não jihadistas que afirmam seguir as determinações de sua fé? Não eram jihadistas os tresloucados que se arremessaram contra as Torres Gêmeas? E se alguém, leitor, lhe opuser que Jihad, no sentido religioso, é coisa diversa, que designa uma conquista pessoal interior, de natureza espiritual, saiba que isso é sublime e verdadeiro. Como também é verdadeiro, sem ser sublime, que Maomé II estava tão a serviço de sua Jihad em versão violenta quanto quem, hoje, veste um colete de bombas ou faz explodir uma estação de metrô em Londres. A imensa maioria dos muçulmanos são amantes da paz e vivem sua religiosidade de um modo sereno e harmonioso com as demais crenças e religiões em seu entorno. No entanto, é a pequena minoria violenta que mais uma vez, neste momento, se expressa de modo assustador nas páginas da história.

Escrevo todas estas linhas, bem além do habitual nestes textos semanais, para destapar a imensa fraude praticada por tantos professores de história. Para desmerecer o Cristianismo e a Igreja, eles se fixam nos episódios das Cruzadas, como algo sem causa e com as terríveis consequências que apontam. Algumas aulas mais tarde, porém, tratam da Tomada de Constantinopla como fato isolado, sem origem que mereça menção e tendo como consequência as Grandes Navegações. Convenhamos!

Nota do autor: esta é a mensagem que estou enviando à jovem estudante mencionada nas primeiras linhas deste texto."

* Por Percival Puggina (65), arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezena de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo e de Cuba, a tragédia da utopia.